
Não sou o Obama, mas também sei discursar!
Eu sou meio anti-séptico com relação ao futuro. Se as coisas não melhorarem até o fim deste século, acredito eu que o homem está fardado a novas guerras, epidemias e outras contusões sociais.
A nova ordem mundial, comandada por essa burguesia feudal em que vivemos, aponta certeiramente para um único fim, o lucro, o dinheiro. Tudo hoje em dia gira em torno do dinheiro. Outro dia fui ter com dois amigos num pub. Coisa de mais ou menos 15 chopes. Cobraram-nos um absurdo de convênio artístico que resultou numa faixa etária de R$ 45,00 para cada um. Não faz nem um mês tive complicações com a saúde e cobraram-me os olhos da cara por um exame de taquigrafia computadorizada.
O que me aflige é que a sociedade não vê que essa ganância e esse individualismo exacerbado é uma faca de dois legumes. Daqui uns dias essas madames e suas cirurgias estéticas – são tantas que se juntássemos as sobras de couro daria para abrir um cortiço - não mais poderão sair às ruas, pois as ruas estarão cheias de criminosos. Segundo as estimulativas, se a onda de crimes continuar crescendo, em 10 anos a cidade do Rio de Janeiro terá um criminoso para cada cidadão de bem. Aí, surgem os precipitados indicando suas receitas: “vamos criar a pena de morte no Brasil”; “temos que contratar mais policiais”; “temos que criar mais presídios.”
Os que assim colocam-se transformam em bode respiratório desta história os futuros criminosos que, hoje, são homens de bem. Agindo assim erram e encobrem a verdadeira causa da criminalidade exagerada: a injustiça social.
Eu sou meio anti-séptico com relação ao futuro. Se as coisas não melhorarem até o fim deste século, acredito eu que o homem está fardado a novas guerras, epidemias e outras contusões sociais.
A nova ordem mundial, comandada por essa burguesia feudal em que vivemos, aponta certeiramente para um único fim, o lucro, o dinheiro. Tudo hoje em dia gira em torno do dinheiro. Outro dia fui ter com dois amigos num pub. Coisa de mais ou menos 15 chopes. Cobraram-nos um absurdo de convênio artístico que resultou numa faixa etária de R$ 45,00 para cada um. Não faz nem um mês tive complicações com a saúde e cobraram-me os olhos da cara por um exame de taquigrafia computadorizada.
O que me aflige é que a sociedade não vê que essa ganância e esse individualismo exacerbado é uma faca de dois legumes. Daqui uns dias essas madames e suas cirurgias estéticas – são tantas que se juntássemos as sobras de couro daria para abrir um cortiço - não mais poderão sair às ruas, pois as ruas estarão cheias de criminosos. Segundo as estimulativas, se a onda de crimes continuar crescendo, em 10 anos a cidade do Rio de Janeiro terá um criminoso para cada cidadão de bem. Aí, surgem os precipitados indicando suas receitas: “vamos criar a pena de morte no Brasil”; “temos que contratar mais policiais”; “temos que criar mais presídios.”
Os que assim colocam-se transformam em bode respiratório desta história os futuros criminosos que, hoje, são homens de bem. Agindo assim erram e encobrem a verdadeira causa da criminalidade exagerada: a injustiça social.
Enfim, temos problemas nacionais e mundiais que pedem que olhemos para o todo e não somente para o nosso umbigo. O assoreamento dos rios, a extinção de determinadas espécies, os desmatamentos, a camada de ozônio, o lixo anatômico, o problema da água com o uso indiscriminado do lençol freático - cada casa de bacana tem um poço cartesiano. Pô!!
Nestor da Cruz Júnnior
2 comentários:
Posso acrescentar algumas de minhas pérolas:
"Adoro doce de goiaba de comporta", "que cor pintaremos a esquadrilha?".
kkkkk...
Desculpa compadre mas o termo certo não seria" acessoramento dos rios"?
Postar um comentário